quinta-feira, 1 de outubro de 2026

 

Ave pousada

22 / 01 / 26 

Há um silêncio de

ave pousada no

poema,

 

uma figura imóvel ao

vento, um vento sem

presença.

 

Há um silêncio de

pedra inerte na

paisagem,

 

uma presença imóvel

como uma ave

pousada.

 

Um mergulho no

vazio da segunda

infância.

 

 
 

 

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